KÉFERA E O JOGO DO DEMÔNIO 👹🎮

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 Sabe aquele momento que você pensa: "não pode piorar"? PODE. E PIORA. E é claro que eu filmei tudo . Entrei num jogo bizarro, levei uns sustos, e quase invoquei coisa que nem o Wi-Fi queria perto. Se você curte rir do desespero alheio (no caso, EU), esse vídeo é pra você 😂 🔗 Assiste aqui, se tiver coragem: [link do vídeo] 📸 Snap: KeferaBM 🐦 Twitter: @Kefera 📘 Fanpage: facebook.com/5incominutos #Kefera #JogoDoDemônio #Socorro #5incominutos #YouTubeBrasil #VlogSobrenatural

SE VOCÊ NÃO FEZ DIGO QUE VOCÊ É UM BOST............ KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK A arte de rabiscar revistas (e fazer bigodinho nos famosos)


 A arte de rabiscar revistas (e fazer bigodinho nos famosos)

Antes dos filtros, memes e edições digitais, existia uma forma clássica — e absolutamente genial — de se divertir com imagens: rabiscar revistas. Se você cresceu nos anos 80, 90 ou início dos 2000, sabe exatamente do que estamos falando. Bastava uma caneta (de preferência azul ou preta), uma revista qualquer e um pouco de criatividade para transformar qualquer celebridade, modelo ou político em uma caricatura digna de museu… ou de um caderno de escola.

Os bigodinhos eram a marca registrada. Não importava se era uma capa de revista de moda, uma matéria de jornal ou um anúncio de perfume caríssimo: ninguém escapava do icônico bigode fino, estilo vilão de filme antigo. Às vezes vinha acompanhado de monoclo, dente faltando, espinha desenhada ou um balão de fala com alguma frase espirituosa do tipo “me empresta R$2?”.

Era uma forma de rebeldia inocente. Uma zoeira analógica. Uma pequena arte que misturava humor, crítica e tédio — geralmente nas tardes em que não tinha nada pra fazer. E, convenhamos, rabiscar revistas era quase um esporte coletivo: sempre tinha alguém começando o desenho e os outros completando. Cada “obra” era única, feita no improviso e com muita personalidade.

Hoje em dia, talvez a galera mais nova ache estranho ou até “desrespeitoso”. Mas quem viveu essa época sabe: fazer bigodinho em celebridade era quase um ritual de passagem.

Se você fez isso, sinta-se homenageado. Você não só teve infância — você teve criatividade impressa em papel couchê.

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